VW Golf VI GTI deverá ter 211 cv

Quando as imagens e as especificações do novíssimo Volkswagen Golf VI foram anunciadas, alguns fãs do hatch ficaram desanimados por saber que o motor mais potente do modelo seria um 1.4 litro de 140 cv.

Mas calma, de acordo com o site Autocar, a marca alemã já está trabalhando nas versões esportivas do veículo, com o objetivo de superar a geração anterior em todos os aspectos que forem possíveis.

Assim, a publicação acredita que a versão GTI do novíssimo modelo terá o mesmo propulsor utilizado no Audi A5, com direito à tecnologia Valvelift e consumos consideráveis. Trata-se do 2.0 TFSI de 211 cv de potência que equipa o modelo da marca dos quatro anéis.

Além disso, o automóvel chegaria de série com rodas de 18 polegadas (ou 19, como opcional), novos pára-choques, além de um conjunto óptico com mudanças importantes, incluindo iluminação de leds, como os da Audi.

Mas espere, isso ainda não é tudo (isso te fez lembrar das propagandas da Polishop, não é mesmo?). A marca alemã também já estaria criando o substituto do R32, que, em sua nova geração, será equipado com um V6 de 2.0 litros com turbo, desenvolvendo nada menos que 265 cv de potência. A tração será nas quatro rodas e as emissões respeitarão os níveis impostos pelos órgãos europeus.


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New Beetle 2009

A Volkswagen anunciou o lançamento da versão 2009 do New Beetle para o mercado mexicano. Apesar do alarde feito pela companhia alemã, as principais mudanças ficam por conta mesmo dos equipamentos de série.

Com a nova linha, todos os “Novos Fuscas” poderão contar com câmbio automático. Além disso, passa a vir de fabrica com direção hidráulica, ABS, suspensão dianteira McPherson, freios a disco nas quatro rodas, airbags frontais e laterais, ar-condicionado, trio-elétrico, entre outros. Dependendo da versão, o veículo também pode ter ESP, teto solar, faróis de xenon etc.

Os motores oferecidos com o modelo são o 2.0i de 4 cilindros e 115 cv de potência e o 2.5i de 5 cilindros e 170 cv.

E o que temos a ver com o modelo que foi apresentado no México? Fácil. O New Beetle vendido no Brasil é importado de lá, então provavelmente sofrerá as alterações no mercado brasileiro também.

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Citroën C3 automático em setembro

Citroën divulgou hoje a lista completa de preços do compacto premium C3 reestilizado. Até então só havia sido divulgado o valor da versão de entrada, a 1.4 GLX, que parte de R$ 39.900. Os outros preços são os seguintes: 1.4 Exclusive, R$ 42.490; 1.4 XTR, R$ 44.290; 1.6 GLX, R$ 43.490; 1.6 Exclusive, R$ 45.990 e 1.6 XTR, R$ 48.980.

A grande novidade, no entanto, é a chegada, daqui a um mês, do modelo com câmbio automático, que só estará disponível na motorização 1.6 e nos acabamentos GLX e Exclusive, com preços de R$ 47.490 e R$ 49.990. "O impacto do câmbio automático sobre o preço é de R$ 4.000", afirmou a Interpress Motor Domingos Boragina Neto, diretor de desenvolvimento de rede da Citroën.

Além do C3 automático, a marca francesa reserva uma série de novidades. Uma delas é o lançamento da versão flex do sedã C4 Pallas. Para o próximo ano, são aguardados ainda o C4 hatchback (sem porta-malas saliente), as versões sedã e perua do novo C5, além da minivan C4 Picasso, de cinco lugares, posicionada abaixo do Grand C4 Picasso, devendo chegar ao preço sugerido de R$ 67 mil.


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Mustang com teto de vidro

Enquanto o modelo 2010 totalmente novo não chega, a Ford apresentou nesta hoje a linha Mustang 2009. O esportivo segue com o visual retrô, inspirado no modelo da década de 60 e pouco foi alterado em seu visual. O destaque está no novo teto de vidro que passar a ser opcional nas versões V6 e GT, com um preço de aproximadamente R$ 3.500 (nos Estados Unidos). Além disso, as versões Bullit e Warriors in Pink, destinadas aos fãs de performance e às mulheres, seguem sendo comercializadas.

Este ano, a montadora norte-americana comemora os 45 anos do Mustang, e a data estará devidamente referenciada em placas que acompanharão todos os carros de modelo 2009 da marca . Além disso, a Ford preparaou um sistema especial de segurança para o carro, que conta agora com rádio via satélite Sirius, nova luz de cortesia e detalhes em alumínio nos instrumentos. Os motores continuam os mesmos da versão atual: V6 4.0 de 210 cv, V8 4.6 de 300 cv e ainda um V8 ligeiramente mais forte na versão Bullit, com 315 cv.

YBR 125 Factor

Depois de vender 700 mil unidades da YBR 125 no Brasil desde 2000, a Yamaha decidiu reestilizar sua moto urbana. Ela ganhou novidades visuais, mecânicas e de chassi, além do sobrenome Factor. Será comercializada em três versões: a Factor K, mais simples, conta com partida a pedal; a Factor E tem partida elétrica. Por fim, a topo de linha, Factor ED, traz partida elétrica, freio a disco dianteiro e rodas de liga leve. Todas terão quatro cores disponíveis: azul, vermelho, prata e preto.

O visual ficou mais agressivo graças à adoção de um novo tanque de combustível, mais robusto e volumoso, com falsa entrada de ar. A rabeta está mais afinada e ascendente e, segundo a montadora, foi inspirada nos modelos superesportivos da marca. Os novos piscas também foram baseados nos modelos utilizados pela R1. Eles fazem parte do novo conjunto óptico, com design dos refletores do farol e suporte diferentes, na cor cinza. As rodas de liga-leve, disponíveis apenas para a versão topo de linha, virão com pneus sem câmara — diferente dos modelos mais básicos, equipados com rodas raiadas e pneus Metzeler ME 22.

O motor quatro tempos de 125 cc refrigerado a ar passou por mudanças. Ele conta agora com carburador Mikuni BS25, com acionamento do segundo estágio a vácuo. Segundo a Yamaha, isso melhorou o consumo da motocicleta. Ainda há um novo sistema de indução de ar e escape, com dois catalisadores e protetores antiqueimaduras. O câmbio segue com cinco velocidades.

Por fim, fora realizadas modificações no chassi da Factor. Tata-se de uma peça nova, do tipo Diamante, com reforços que privilegiam a resistência da moto para rodar no irregular asfalto brasileiro. Confeccionado com tubos de aço, ele ainda dispõe de uma nova alça para o garupa, com reforço estrutural. A fixação dos pedais vai direto no chassi, o que diminui os impactos das irregularidades do asfalto para as pernas e pés do carona. A moto chega às concessionárias de todo o Brasil na primeira quinzena de setembro, mas ainda não tem preço definido.

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Picape Ridgeline linha 2009

Mesmo com o segmento de utilitários e camionetes em baixa nos Estados Unidos, a Honda anunciou esta semana o lançamento da linha 2009 da picape Ridgeline. Em relação a gama anterior, o novo modelo ganhou grade frontal igual a versão 2009 do jipão Pilot, novos equipamentos e melhorias no motor 3.5 litros V6 VTEC. As primeiras unidades começam a chegar às concessionárias da marca no país a partir de setembro.

Segundo o fabricante, melhorias no motor, como o aprimoramento das entradas de ar, renderam ao Ridgeline 3 cv de potência extras, totalizando 250 cv a 5.700 rpm, e um pequeno acréscimo no torque. A transmissão automática de cinco marchas também recebeu novas regulagens, que de acordo com a marca contribuem para o aumento da potência e torque, além da redução do consumo de combustível.

A produção de utilitários e camionetes da Honda nos EUA seguirá de acordo com a demanda do mercado, que vem sofrendo com a alta do petróleo. Ironicamente esta metodologia de produção em série é conhecida como "toyotismo", por conta do pioneirismo da Toyota na prática.



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Novo Audi A4

O novo A4 está entre nós. Com preço a partir de R$ 229 mil, o modelo começa a ser vendido a princípio com motor 3.2 V6 e tração integral Quattro. As versões 2.0 Turbo com tração dianteira chegam em outubro, com potências de 183 cv e 214 cv, respectivamente, e valores começando nos R$ 160 mil, estima-se.

A oitava geração do sedã vem repleta de novidades. Para começar, ganhou porte de carro médio-grande (4,70 m de comprimento e 2,81 m de entreeixos), medidas que ampliaram o espaço interno e o porta-malas. O design também é todo novo, com destaque para os faróis com 14 leds brancos, que garantem um visual inconfundível tanto à noite quanto de dia. Vindo do superesportivo R8, esse recurso vai marcar a identidade dos carros da Audi daqui para frente.

O motor 3.2 V6 FSI é o mesmo do modelo anterior, mas com a potência elevada para 269 cv. Mesmo maior, o A4 tem a carroceria 10% mais leve, garante a Audi. Com câmbio Tiptronic de 6 marchas (e opção de trocas manuais por borboletas no volante), o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 s e chega a 250 km/h, diz a marca.

Além do motor, contribui para a boa performance o novo sistema Audi Drive Select (opcional). Ele permite alterar o comportamento dos amortecedores, da direção e do câmbio, deixando o carro mais confortável ou esportivo — ao gosto do motorista. Para isso, basta selecionar o modo desejado (conforto, automático ou dinâmico) por botões no console. Outros opcionais vieram do utilitário Q7: são o controle de velocidade ativo (que freia o carro sozinho em caso de necessidade) e o side assist, que indica a presença de um veículo no ponto cego do retrovisor. Com todos os equipamentos, porém, o A4 topo de linha tem o preço elevado para R$ 295.460.



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Carros que fazem mal a saúde

A página da Internet HealthyCar, um projeto da ONG Ecology Center, divulgou o resultado de um estudo que tem como objetivo apresentar uma lista com os veículos que contam com interiores mais nocivos à saúde do consumidor.

E como essa conclusão é tomada? Foi avaliada a grande maioria dos veículos vendidos nos Estados Unidos, nos quais foram procuradas substâncias tóxicas como os ftalatos, o bromo e metais pesados. Entre as peças estudadas, podemos citar algumas delas: volante, manopla do câmbio, assentos, apoio de braço e tecido das portas.

É claro que se você não depende do automóvel para trabalhar o dia inteiro nele, por exemplo, essa pesquisa não deverá te assustar. Porém, as substâncias citadas podem causar problemas de tiróides, mudanças no humor da pessoa e, inclusive, possibilidade de câncer. Os materiais tóxicos são decorrentes da fabricação industrial das peças.

Resultado da pesquisa

Bom, agora que explicamos como funciona e a importância da pesquisa, vamos falar dos resultados finais. O automóvel que ficou com o pior nível de habitáculo, ou seja, o mais prejudicial à saúde, foi o conversível Mitsubishi Eclipse Spider GT, com a pontuação negativa de 4,7 em uma escala que vai até 5. Na 2ª posição na lista de mais perigosos está o hatch Suzuki Reno (4,2), seguido pelo conversível BMW 128i (3,9), que, por sua vez, está empatado com o também descapotado VW Beetle.

Entre os modelos mais “bonzinhos” com a saúde, quem se saiu melhor foi o utilitário esportivo Acura RDX SH-AWD System, com apenas 0,6 ponto. O pequeno Smart Pure Coupe também se destacou bastante, com 0,7. A BMW, que mandou mal com o 128i, está também entre os melhores, com o luxuoso M5, com apenas 0,8. A Honda, que tem em seu apelo comercial a preservação do meio ambiente, também está na lista positiva, com o Accord EXL, com a pontuação de somente 0,8.

Você pode adquirir mais informações sobre o ranking norte-americano de “interiores perigosos” no site healthycar.org. Aliás, a imagem que ilustra essa notícia mostra as listas de mais e menos perigosos. Além disso, é possível fazer um teste com seu carro, o que pode ser considerado um serviço de importância pública.


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Linha 2009 da SsangYong

A SsangYong Brasil inicia esta semana a comercialização da linha 2009 dos modelos 4x4 Actyon, Actyon Sports, Kyron e Rexton II. A maior novidade fica por conta do Kyron 2.7 diesel, que agora traz de série o piloto automático e ainda teve o preço reduzido de R$ 134,9 mil para R$ 129,9 mil. Pelo valor anterior, o consumidor leva para casa o modelo equipado com o teto solar elétrico.

Os demais SUVs da SsangYong, todos equipados com câmbio automático, tiveram os preços mantidos: Actyon 2.0 diesel (R$ 109,9 mil), Rexton II 2.7 diesel (R$ 149,9 mil), Rexton II 3.2 gasolina (R$ 159,9 mil, sob encomenda) e a picape Actyon Sports 2.0 diesel (R$ 94,9 mil).

Com a chegada da linha Actyon, Kyron e Rexton II, além da ampliação da rede para 16 concessionárias e chegar a 27 pontos até o final do ano, a SsangYong Brasil já vislumbra alcançar vendas de até 1.800 unidades em 2008.














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Quatro em cada 10 candidatos são reprovados em auto-escolas

Quatro em cada dez candidatos são reprovados no teste prático para tirar a carteira de motorista, em quase todo Brasil. Autoridades querem aumentar as horas de auto-escola e tentar melhorar o número de aprovações.

Fazer o carro se mover pode ser fácil, mas é difícil é dirigir como manda o Código Brasileiro de Trânsito. Um levantamento feito em Detrans de quatro estados mostra essa realidade: um grande número de pessoas tenta tirar a carteira nacional de habilitação, mas acaba reprovado na prova prática.

No Recife, 38% dos candidatos não passaram no exame no ano passado. Em São Paulo e no Rio Grande do Sul, o índice foi de 40% e no Rio de Janeiro, 33%.

As auto-escolas preparam mal os alunos? Há quem aponte o nervosismo como o grande vilão. E, segundo os instrutores, há outro problema: a falta de atenção.


Pontos perdidos
Na hora da prova, se o candidato entra no carro, ajeita o banco, mas esquece de ajustar os retrovisores, ele perderá dois pontos. Se ele ainda dá a partida sem o cinto de segurança, perde mais três pontos e está eliminado.

Ao todo, o aluno só pode perder três pontos. Qualquer errinho pode ser fatal, até na hora de fechar a porta. Ao estacionar, se ele derruba a baliza, é imediatamente reprovado. “Calma e controle emocional são fundamentais, além da parte da teoria. Toda a execução da teoria é importante ser colocada na prática não só na prova, mas também depois, já quando for um permissionário”, explica o instrutor Wagner Ferreira.


Fiscalizar presença
No Rio de Janeiro, há três meses o Detran passou a fiscalizar a presença do candidato nas aulas pela impressão digital. Quem não cumpre a carga horária exigida pela legislação fica impedido de fazer as provas.

“Nós estamos sentindo uma mudança gradual a cada formação. A gente está acompanhando cada banca examinadora e está vendo que os índices de reprovação estão caindo em torno de 5% na prova prática”, afirma a diretora de habilitação do Detran-RJ, Beatriz Diniz.

O Conselho Nacional de Trânsito estuda a possibilidade de aumentar a carga horária das aulas. A teórica deve passar de 30 horas para 45 horas e a prática, de 15 horas para 20 horas. Com mais tempo de estudo, o objetivo é conseguir mais dedicação para impedir problemas futuros.


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Citroën pode relançar 2CV

Com a nostalgia em alta entre as montadoras, a Citroën estuda repaginar o 2CV (deux chevaux). Lançado em 1948 e fabricado até 1990, o modelo mais emblemático da marca francesa pode voltar modernizado para brigar justamente com o Fiat 500 e o novo Ford Ka europeu. Rumores apontam que a versão modernizada do 2CV pode ser a grande surpresa da marca no Salão de Paris, que começa em outubro.

Este ano, a Citroën comemora os 60 anos do 2CV, carro que colocou a marca no mapa das montadoras. Em 42 anos de produção, 3,8 milhões de unidades do carro deixaram a linha de montagem, convertendo o humilde 2CV num autêntico ícone da indústria automobilística francesa. Suas principais características eram o preço extremamente acessível e a fácil manutenção, porém, pelo mundo afora o carro também ficou conhecido como "lata de sardinha" e "guarda-chuva".

Nos últimos anos, uma série de clássicos vêm sendo adaptados ao século XXI, ganhando tecnologia e design contemporâneo, contudo mantendo o espírito que os fizeram famosos. Entre os mais recentes "revivals", os que mais se destacam são o novo Fiat 500, o VW Scirocco e os muscle cars Ford Mustang, Dodge Challenger e o Chevrolet Camaro.


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Compensa ter um carro a gás?

Mais de um 1,5 milhão de motoristas brasileiros que apostaram nas vantagens do carro a gás estão, agora, assustados e em dúvida. Isso porque o preço do combustível não pára de subir. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), só este ano, o gás sofreu reajuste de 12%. Enquanto isso, no mesmo período, o álcool caiu 3%.

E o aumento do gás é refletido nas bombas. Em muitos postos, o custo do metro cúbico de gás já está maior do que o litro do álcool. E embora a procura pelo GNV ainda seja grande, os motoristas que andavam satisfeitos com a economia de dinheiro, reclamam. “Acho que não está valendo a pena não. O aumento está um absurdo”, diz um dos motoristas. “Vai se tornar uma situação difícil para taxista”, diz o outro.

De acordo com o Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, um carro abastecido com um litro de álcool roda em média sete quilômetros. Com um metro cúbico de gás, o percurso é quase o dobro. Assim, segundo os técnicos, o uso do gás ainda pode representar uma economia de 37,7% em relação ao álcool na região Sudeste. No entanto, há três anos, a vantagem era bem maior: chegava a 51%.

Gerente de uma oficina, Daniel Bermudo diz que a procura pelas conversões caiu, porque o motorista está mais desconfiado. “A economia continua sendo excelente, mas ele pensa duas vezes em relação ao investimento que deve ser feito para poder converter o carro pra gás”.

Alguns estados oferecem descontos no IPVA para os carros a gás. Mas a questão é se o investimento inicial da conversão, de mais de R$ 3 mil, ainda compensa. Para a pesquisadora Suzana Kahn, do Instituto Alberto Coimbra de Pós-Graduação (Coppe-UFRJ), ela ainda é vantajosa em alguns casos.

“Se aquele consumidor roda muito, cerca de 2 mil quilômetros por mês, que é uma quilometragem elevada, ele vai recuperar o investimento em menos de dois meses. Agora, para aquela pessoa que não circula muito, tem que avaliar muito bem”, diz.

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Novo Citroën C3

Sem o alarde e sem mudar o nome do veículo, como fez a parceira Peugeot e seu “207 Brasil”, a Citroën lançou hoje o C3 2009, com visual levemente modificado e suspensão recalibrada.

Diferentemente do se esperava, as alterações estéticas foram mais discretas – a aposta era de uma frente parecida com a do Picasso. Apenas a grade e o pára-choque frontal mudaram, para um padrão similiar ao da Europa. A grade tem menos elementos e um acabamento cromado. Já o pára-choque está mais agressivo e com entradas de ar maiores.

A traseira continua a mesma e a lateral só exibe novos desenhos de rodas. Por dentro, novo padrão de tecidos e um painel que agora conta com ar-condicionado digital como opcional e sensores de iluminação e chuva.

Suspensão mais confortável

Aproveitando o trabalho feito no primo 207, da Peugeot, a Citroën mudou molas e amortecedores da suspensão do C3, para deixá-lo mais confortável, uma medida necessária.

Em relação à parte mecânica, tudo igual a antes: motores 1.4 e 1.6 Flex. Já o C3 XTR ganhou visual mais moderno e detalhes com seu nome inscrito no exterior.

Geração ainda atual

A Citroën conta com uma vantagem em relação à Peugeot: o C3 continua com mesma geração que o europeu, ao contrário do 207 nacional, que lá fora é mais moderno e maior. Com isso, e com as vendas em alta, não havia motivo para mudanças drásticas, a princípio. Resta saber se a concorrência que chega não acabará com essa fase positiva.

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Harley-Davidson lança Tri Glide Ultra

A linha 2009 da Harley-Davidson apresenta uma grande novidade: a Tri Glide Ultra, o primeiro triciclo da história da marca. Alias, a HD colocou em produção o que os “customizadores” norte-americanos já faziam há algum tempo.

A informação sobre o lançamento do veículo foi antecipada por Willie G. Davidson, neto do fundador da Harley-Davidson, na sexta edição da revista IMOCX, publicação customizada da Editora Trip para o Grupo IZZO, representante da Harley no Brasil. Seu grande apelo de vendas será o conforto e a segurança para quem quer praticar o mototurismo. Já que esse “trike” tem como base a Ultra Electra Glide Classic, um dos modelos top da linha touring, que no Brasil custa R$ 79,90. Nos Estados Unidos, o Tri Glide tem preço sugerido de US$ 30 mil.

]No melhor estilo clássico e com porte avantajado, o veículo ganhou um novo chassi concebido especificamente para garantir segurança a essa arquitetura de três rodas. Ou seja, para oferecer maior conforto e rigidez o quadro estrutural foi projetado para suportar as mudanças de direção e também o maior peso do Tri Glide.

Na parte dianteira a suspensão foi reforçada e o ângulo de caster aumentado. Para parar a trike, sistema de freios da grife italiana Brembo, com grandes discos duplos. Já na traseira, a marca desenvolveu um novo eixo, que utiliza um ponto central de alumínio com tubos de aço. O Tri Glide traz discos de freios e amortecedores, independentes em cada roda. Para distribuir melhor o peso e absorver melhor os impactos com os pisos irregulares, o triciclo da Harley está equipado com pneus largos. Na traseira, rodas aro 15” calçadas com pneus Dunlop Signature P205/65R15 (medida usada em muitos carros de passeio). Na dianteira, o pneu “balão” foi instalado numa roda de aro 16”.

Motor e EstiloMOTOR E ESTILO

O Tri Glide está equipado com um novo motor de dois cilindros em “V” - Twin Cam 103 -, que esbanja torque (força) e é alimentado por injeção eletrônica de combustível. Já o sistema de transmissão conta com câmbio de seis velocidades, com Cruise Drive, ou seja, sexta marcha over-drive, na qual o motor trabalha com giro mais baixo, oferecendo maior conforto e economia de combustível.

Com relação ao visual dessa “carruagem” sobre três rodas, o departamento de estilo da Harley-Davidson, capitaneado pelo próprio Wilie G., tinha uma missão a cumprir: incluir componentes funcionais e estéticos à Tri Glide, sem que o modelo perdesse as linhas clássicas da atual Ultra Classic. Assim, o trike ganhou um porta-malas com capacidade para 80 litros. O Tri Glide mantém a iluminação com LEDs utilizada também no tourpak da Ultra Classic.

Em função de a traseira ser formada por partes separadas do resto da carroçaria, as peças podem ser removidos individualmente para reparo, manutenção ou substituição.

O triciclo da HD, marca que este ano completa 105 anos de história, conta ainda com um potente sistema de som da marca Harman/Kardon, além de plug para o uso de intercomunicadores. Nos Estados Unidos, o Tri Glide Ultra Classic é oferecido em três opções de cores: Vivid Black, Dark Blue Pearl, and Red Hot Sunglo.

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Primeiras fotos oficiais do novo Golf

As primeiras fotos oficiais da sexta geração do Golf foram divulgadas nesta segunda-feira pela Volkswagem. O hatch premium, que será apresentado oficialmente no Salão de Paris, em outubro, tem grandes chances de chegar ao Brasil importado do México, como acontece com o sedã Jetta.

Com isso, o modelo voltaria a ser equiparado ao Golf vendido no exterior, uma vez que a montadora não comercializou a quinta geração no Brasil – o Golf brasileiro é o mesmo desde 1998 e recebeu apenas uma reestilização no ano passado.

As fotos internas mostram claras semelhanças com o cupê esportivo Scirocco, tais como as saídas de ar retangulares e o console central com monitor de cristal líquido. Segundo a Volks, o novo modelo é 30% mais econômico e menos poluente.

primeira geração do Golf foi lançada em 1974. Sucesso de vendas mundial, o modelo é o terceiro mais vendido no mundo, com mais de 25 milhões de unidades comercializadas, superando o Fusca (21,55 milhões) e ficando atrás apenas do Toyota Corolla (32 milhões) e Picapes Ford (29 milhões).







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Feliz dia do motociclista!

O post em homenagem ao dia do motociclista esta um pouco atrasado, já que o dia nacional do motociclista foi dia 27, mas o que vale é a intenção (Não que eu tenha esquecido é que eu tive uns problemas técnicos).
Bom mas a Honda não teve problemas técnicos e lançou um screensaver muito legal com manobras (estilo X games) e para instalar, é muito fácil, basta você baixar o executável por este link aqui, ou clicando na foto. Após baixado e só clicar duas vezes, ou dar um enter, que ele executa e seguir as orientações na janela de instalação.

Subaru Impreza WRX fica mais potente

Poucos meses depois de lançar os novos modelos da família Impreza, totalmente reformulados, a Subaru divulga que a versão mais esportiva da linha, o Impreza WRX, estará ainda mais potente em 2009 e será oferecida exclusivamente com o câmbio manual de cinco marchas. Quem quiser o câmbio automático, disponível no modelo 2008 do WRX , terá de optar pelo Impreza GT – versão um pouco menos apimentada.

O motor continua o mesmo 2,5 litros de quatro cilindros opostos (boxer) turbo, mas os engenheiros japoneses aumentaram a capacidade do turbo e a vazão do sistema de escapamento, além de instalar um catalisador de menor densidade na versão WRX. Com isso, a potência subiu de 224 para 265 cavalos. A suspensão também foi recalibrada e ganhou barras estabilizadoras mais largas.

Para segurar a maior potência, os pneus de 17 polegadas ficaram mais largos, passaram de 205/50R17 para 225/45R17. Por causa da mudança, que deixaria o volante mais pesado, a válvula da direção hidráulica foi trocada para não interferir na sensibilidade da pilotagem. Ah, o teto solar agora ficou maior, mas isso não importa tanto...

Bugatti mostra Veyron targa

A Bugatti revelou hoje as primeiras imagens da versão targa do superesportivo Veyron. Chamado de “Grand Sport”, o modelo será apresentado no próximo dia 16 de agosto no concurso de elegância de Pebble Beach, que todos os anos reúne uma infinidade de carros raros e lançamentos exóticos.

Como já era de conhecimento da imprensa internacional, o esportivo tem capota removível manualmente, o que o caracteriza como um esportivo targa. Para a aplicação do novo componente, o Veyron ganhou um reforço extra em sua estrutura, para lidar de forma mais eficiente com as torções na carroceria. Como é de praxe nesse tipo de adaptação, o carro certamente ficou mais pesado, o que reflete na diminuição de seu desempenho.

A marca ainda não divulgou quando começa a vender sua nova criação.


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